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Lumina Networks Plataforma Inteligente

Instalação

Como subir a stack do Lumina com Docker Compose: pré-requisitos, variáveis de ambiente, primeiro acesso e ativação da licença.

Visão geral

O Lumina é distribuído como uma stack em contêineres, orquestrada por Docker Compose. Toda a plataforma (frontend, backend, banco de dados, fila de tarefas e cache) sobe a partir de um único pacote de instalação, entregue ao cliente na contratação. Por ser self-hosted, o Lumina roda on-premises ou na nuvem privada do cliente, e os dados permanecem sempre na infraestrutura do próprio cliente.

Esta página descreve o fluxo padrão de instalação. Para o dimensionamento de recursos conforme o tamanho do parque, consulte a página de Requisitos.

Pré-requisitos

Antes de iniciar, garanta que o servidor de destino atende ao seguinte:

  • Um host Linux de 64 bits (distribuições baseadas em Debian, Ubuntu ou RHEL são as mais testadas).
  • Docker Engine e o plugin Docker Compose instalados e ativos.
  • Acesso de rede do servidor até os equipamentos que serão gerenciados, via SSH, SNMP e/ou API, conforme o fabricante.
  • O pacote de instalação do Lumina, entregue pelo time na contratação ou avaliação.
Dica: execute os comandos com um usuário que pertença ao grupo docker, evitando o uso de sudo a cada operação. Confirme a instalação com docker compose version.

Passo 1: preparar o pacote

Copie o pacote de instalação para o servidor e descompacte-o no diretório onde a plataforma vai residir. É recomendado um caminho estável e com backup, por exemplo /opt/lumina.

sudo mkdir -p /opt/lumina
sudo tar -xzf lumina-<versao>.tar.gz -C /opt/lumina
cd /opt/lumina

O pacote contém o arquivo docker-compose.yml, um modelo de variáveis de ambiente (.env.example) e as imagens ou instruções de build da plataforma.

Passo 2: configurar as variáveis de ambiente

Copie o modelo para .env e ajuste os valores conforme o ambiente. Este arquivo concentra os segredos da instalação e nunca deve ser versionado nem compartilhado.

cp .env.example .env
# edite o .env com o editor de sua preferência
nano .env

As variáveis mais importantes são:

VariávelPara que serve
SECRET_KEYChave de assinatura de sessões e tokens da aplicação. Use um valor aleatório e forte.
VAULT_KEYChave que cifra as credenciais dos dispositivos no cofre. Defina uma vez e mantenha fixa para sempre.
DATABASE_URLString de conexão do PostgreSQL usado pela plataforma.
ADMIN_USER / ADMIN_PASSWORDCredenciais do primeiro usuário administrador, criado no primeiro boot.
Atenção ao VAULT_KEY: ele protege as credenciais de acesso aos equipamentos. Se essa chave for perdida ou alterada depois que credenciais já foram salvas, todas elas se tornam indecifráveis e o acesso aos dispositivos falha em massa. Defina o VAULT_KEY uma única vez, guarde-o em local seguro e não o altere.

Passo 3: subir a stack

Com o .env configurado, suba todos os serviços em segundo plano:

docker compose up -d

Acompanhe a inicialização e confirme que os contêineres estão saudáveis:

docker compose ps
docker compose logs -f

No primeiro boot, a plataforma prepara o banco de dados, aplica as migrações, cria o usuário administrador definido no .env e gera um certificado HTTPS para o acesso à interface. Esse processo leva alguns instantes na primeira vez.

Passo 4: primeiro acesso

Abra o navegador no endereço do servidor (por padrão via HTTPS) e faça login com o usuário administrador definido nas variáveis de ambiente. No primeiro acesso, recomenda-se:

  1. Alterar a senha do administrador para uma senha definitiva e forte.
  2. Cadastrar os demais usuários e definir perfis de acesso. Veja a página de Acesso e RBAC.
  3. Registrar as credenciais de acesso aos equipamentos (SSH, SNMP, API) no cofre da plataforma.
  4. Iniciar a primeira descoberta de dispositivos para montar o inventário.

Passo 5: ativar a licença

O Lumina é licenciado por instalação, com vínculo à máquina (node lock). Após o primeiro acesso, informe a chave de licença fornecida pelo time comercial na área de administração da plataforma. A licença define a edição contratada (Standard ou Enterprise) e os módulos habilitados.

Atualizações

As atualizações são entregues como pacotes de update, aplicados pela própria plataforma na área de operação, ou por meio da rotina de atualização acompanhada de instruções específicas da versão. Antes de qualquer atualização, faça backup do banco de dados e do arquivo .env. O VAULT_KEY deve permanecer o mesmo entre versões.

Boas práticas de operação: mantenha backups regulares do PostgreSQL e do .env, restrinja o acesso de rede à interface administrativa e revise periodicamente os perfis de acesso e a trilha de auditoria.

Precisa de apoio?

A instalação, o dimensionamento e a configuração inicial podem ser conduzidos junto com o time técnico do Lumina. Para falar com um especialista, use a página de contato ou escreva para contato@luminanetworks.com.br.

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